quinta-feira, 15 de julho de 2010

Off

Achava-te uma banalidade. O teu sorriso não tinha encanto, os teus olhos não tinham brilho, a tua pele não tinha cor, as tuas palavras não tinham sentimento, os teus ‘gestos’ de afecto não tinham sabor. E agora, que estas banalidades se foram, preciso delas. Porque agora o teu sorriso tem a magia, os teus olhos têm brilho, a tua pele tem cor, as tuas palavras fazem-me saltar o coração e os teus gestos afectam-me. Deixei-te ir, e só assim soube dar-te valor.


Desisto de te tentar entender, também.

8 comentários:

  1. Obrigada amor e força também para ti :')
    Ele provou ser ainda mais parvo do que eu já o achava quando estive c ele sábado à tarde na piscina e à noite encontrei-o com outra rapariga, não me deixou hipóteses senão deixar de lhe falar -.-

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  2. Podes pega-lo para ti minha querida *

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  3. que texto maaiiiiiiis lindo meu amor +.+

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  4. ofereces-me o selo ? :o
    adorei o texto. também já me senti assim. de certa forma, não dei valor, e depois sofri. enfim. :)

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  5. OWWWWWW, que fofinha ! *-*
    nunca me vou esquecer, porque foste a primeira que me ofereceu um! ohhh, que querida mesmo :')
    vou já já já pôr :DDD

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  6. Muitas vezes não vemos o óbvio. As coisas estão à nossa frente e não enchergámos o seu sentido. Se calhar tratamos estas pessoas apenas com o amor da amizade, mas há um dia em que algo nos acorda e o sentido de perda faz-nos pensar e revemos na recordação todos os momentos passados e encontramos a resposta que sempre tinha estado lá e nunca a descortinaramos.
    Nessa altura normalmente já é tarde.

    jorge d'alte
    sigo

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  7. revejo-me um pouco nas tuas palavras e escreves tão bem!

    mas olha, não desistas para sempre*

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"A Filosofia pensa, a Literatura escreve e a Dança pensa e escreve com o corpo."