Achava-te uma banalidade. O teu sorriso não tinha encanto, os teus olhos não tinham brilho, a tua pele não tinha cor, as tuas palavras não tinham sentimento, os teus ‘gestos’ de afecto não tinham sabor. E agora, que estas banalidades se foram, preciso delas. Porque agora o teu sorriso tem a magia, os teus olhos têm brilho, a tua pele tem cor, as tuas palavras fazem-me saltar o coração e os teus gestos afectam-me. Deixei-te ir, e só assim soube dar-te valor. 
Desisto de te tentar entender, também.
Obrigada amor e força também para ti :')
ResponderEliminarEle provou ser ainda mais parvo do que eu já o achava quando estive c ele sábado à tarde na piscina e à noite encontrei-o com outra rapariga, não me deixou hipóteses senão deixar de lhe falar -.-
Podes pega-lo para ti minha querida *
ResponderEliminarque texto maaiiiiiiis lindo meu amor +.+
ResponderEliminarofereces-me o selo ? :o
ResponderEliminaradorei o texto. também já me senti assim. de certa forma, não dei valor, e depois sofri. enfim. :)
OWWWWWW, que fofinha ! *-*
ResponderEliminarnunca me vou esquecer, porque foste a primeira que me ofereceu um! ohhh, que querida mesmo :')
vou já já já pôr :DDD
Muitas vezes não vemos o óbvio. As coisas estão à nossa frente e não enchergámos o seu sentido. Se calhar tratamos estas pessoas apenas com o amor da amizade, mas há um dia em que algo nos acorda e o sentido de perda faz-nos pensar e revemos na recordação todos os momentos passados e encontramos a resposta que sempre tinha estado lá e nunca a descortinaramos.
ResponderEliminarNessa altura normalmente já é tarde.
jorge d'alte
sigo
revejo-me um pouco nas tuas palavras e escreves tão bem!
ResponderEliminarmas olha, não desistas para sempre*
adorei, está tão lindo.
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