sexta-feira, 11 de março de 2011


Todos os dias no meu despertar te vejo. Na verdade vejo-te segundo após segundo, és a luz que eu sigo. Luto para as cordas não se quebrarem, para que tudo que vivemos se mantenha intacto sem nenhum golpe. Não consigo encontrar uma forma de acabar com este medo de te perder, é inexplicável, ou explicável? Sinto tanto amor por ti, sinto tanta vontade de correr para os teus braços e dizer que és a razão de tudo. Morre a minha alma sempre que te vejo perdida, com uma mágoa no coração irrevogável e que a sua cura se encontre num grau de dificuldade elevado. Quero que se acendam as luzes e brilhemos juntas. Mostraremos ao mundo a nossa união e faremos a mais verdadeira promessa de junção. Sinto-te de olhos fechados, de coração aberto e dava-te a minha felicidade, se pudesse.

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"A Filosofia pensa, a Literatura escreve e a Dança pensa e escreve com o corpo."